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Dívidas pendentes do Atlético-MG desafiam busca por "credibilidade" do clube no mercado

Por Redacao Mercado da Bola | 7 meses atrás | Banco phpMyAdmin
Dívidas pendentes do Atlético-MG desafiam busca por "credibilidade" do clube no mercado

Galo teve negociação prejudicada por causa de fama de “atrasar pagamentos”; confira principais pendências e como Atlético está negociando os débitos. O Atlético-MG inicia a temporada de 2026 com o desafio de equacionar ou pelo menos aliviar as dívidas financeiras do clube. Um novo aporte na SAF é esperado no início de 2026. A credibilidade está ruim, e negociar essas dívidas podem ser o caminho para o clube recuperar a credibilidade no mercado. Recentemente, a fama de "atraso de pagamentos" do Atlético impactou as negociações com o Talleres para contar com o volante Galarza na próxima temporada. O clube mineiro não conseguiu, até o momento, avançar no negócio, mas segue tendo o jogador como um dos alvos. Na entrevista de apresentação de Pedro Daniel, novo CEO do clube, o dirigente reforçou a necessidade de honrar com os compromissos assumidos para recuperar a credibilidade no mercado. - Acho que esse seja o ponto um, como ser bem visto pelo mercado e recuperar a credibilidade em todos os cenários. Algumas ações são necessárias, como princípios básicos de honrar os compromissos. Honrar com o que a gente promete - disse Pedro Daniel. Na última temporada e até em anos anteriores, o Atlético comprou os direitos de jogadores de forma parcelada. No entanto, o clube chegou a ser cobrado publicamente por causa do atraso desses pagamentos. No fim de 2025, o clube renegociou uma das dívidas que estava sendo cobrada na CNDR pelo Cuiabá referente à venda do atacante Deyverson ao clube mineiro. Houve um acordo para equacionar o débito de forma parcelada, e Atlético está cumprindo com as parcelas. Neste momento, o Atlético tem como desafio renegociar outras dívidas. A meta estabelecida por Pedro Daniel é buscar equalizar esses débitos. O ge listou as dívidas que estão em aberto com outros clubes relativas às contratações de atletas. Em contato com a reportagem, a assessoria do Atlético informou que Coritiba, Cuiabá, Athletico-PR e Botafogo foram procurados pelo clube para estabelecer a programação de pagamento com esses clubes. Em relação às dívidas com o Palestino (Ivan Román) e com o Corinthians (Fausto Vera), a assessoria do Galo afirma que são assuntos internos e tem chamado as equipes para renegociar. No início de dezembro, o presidente do Palestino afirmou que o Galo não pagou nenhum valor e acionou a Fifa. Segundo o dirigente, o Galo deveria ter pago 500 mil dólares numa primeira parcela em dezembro e não pagou. “O Atlético Mineiro não cumpriu seu compromisso. Não recebemos nem um dólar pela transferência de Román” - disse o presidente do Palestino, Jorge Uauy, ao ge. Scarpa O camisa 10 do Galo também é motivo de cobranças na Fifa. O Nottingham Forest, da Inglaterra, ex-clube do jogador, acionou o Galo por não quitar a segunda, das três parcelas do negócio, na totalidade. O clube foi condenado pela Fifa por atrasar o pagamento de parte dos valores na aquisição dos direitos econômicos do meia. O Galo recorreu no CAS e a cobrança foi suspenso. Júnior Santos A maior contratação da história do Galo, o atacante foi comprado junto ao Botafogo por R$ 48 milhões. Houve atraso nas parcelas que seriam pagas ao Botafogo. Durante o ano, ambos os clubes não comentaram a situação. O atacante vem se recuperando de uma grave lesão. Cuello O atacante foi comprado no início do ano também de forma parcelada junto ao Athletico-PR. O presidente do clube parananese. Ele custou R$ 6 milhões de dólares, cerca de R$ 36 milhões na época. Em áudio vazado, Mario Celso Petraglia disse que o Galo não havia acertado a compra.

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